Carne processada está associada com desenvolvimento de diabetes

11 02 2012

Estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Washington mostrou que o consumo de carnes processadas (mortadela, salsicha, linguiça, presunto, salame, entre outros) foi associado com maior risco para o desenvolvimento de diabetes tipo 2.

Foi observado que o consumo acima de 11,4g de carne processada por dia, especialmente do tipo spam (spiced ham, no Brasil conhecido como fiambre) foi associada com maior risco para o desenvolvimento de diabetes.

Se compararmos com o consumo elevado (mais de 2 porções/semana) de carne vermelha não há associação com maior incidência de diabetes.

Os pesquisadores sugerem alguns mecanismos biológicos que possam explicar esses resultados. As carnes processadas são ricas em aditivos e conservantes, incluindo o nitrato de sódio, o que pode influenciar o risco de diabetes. As nitrosaminas presentes nesses tipos de alimento possuem efeito tóxico nas células beta do pâncreas. Além disso, as carnes processadas também são ricas em produtos finais da glicação avançada e que está associada a um aumento de inflamação e estresse oxidativo. Estes últimos são fatores de risco para o desenvolvimento de diabetes. Outro aspecto importante é que uma dieta rica em carnes processadas pode causar ganho de peso e obesidade, que também são fatores de risco para o diabetes.

FONTE: NUTRITOTAL

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Entrevista para o site da UNITRI

2 02 2012

Jovem nutricionista conquista mercado de trabalho

“O primeiro emprego é sempre muito emocionante. É uma mistura de sentimentos, medo, ansiedade, alegria e vontade de mudar o mundo”. Essas são as palavras da jovem nutricionista, Juliana Nascimento de Oliveira, que descreveu os seus sentimentos quando conquistou o primeiro emprego, logo após concluir a graduação.

Juliana formou-se em Nutrição pelo Centro Universitário do Triângulo, em 2010, com uma bagagem extensa de estágios e aprendizado. “Fiz vários estágios. Na administração de unidades de alimentação do Exército, no marketing de nutrição em uma loja de produtos naturais, em um consultório de Nutrição e Fisioterapia, no marketing de nutricional das lojas Viva Diet e Casa do Diabético. Também fui responsável pelo ambulatório de Nutrição da Unitri”, conta.

A jovem, com apenas 22 anos, sempre foi muito interessada em assuntos ligados a alimentação saudável e por isso optou pelo curso de Nutrição. “Quando decidi fazer Nutrição eu já sabia que a UNITRI era, e ainda é, uma faculdade com um quadro de professores muito bom e uma estrutura excelente, o que contribuiria para meu sucesso profissional. E acredito que seja uma das melhores faculdades de Nutrição”, comenta.

Atuando como profissional há menos de dois anos, a ex-aluna da Unitri já conquistou muitas coisas. Assim que concluiu o curso, abriu uma clínica na qual fez vários contatos e clientes e, no ano passado, aceitou a proposta para trabalhar em um restaurante industrial no estado de Goiás. Juliana retornou à Uberlândia e atualmente é responsável pela produção de seis cozinhas industriais na distribuidora Salém Alimentos.

 Para os alunos e recém formados, a nutricionista recomenda. “Nós saímos da faculdade pensando que tudo é lindo, um mar de rosas. Mas quando nos deparamos com o mercado de trabalho e perdemos o “colo” e a base que tínhamos com os professores, levamos um choque muito grande. Mas é só persistir e lutar, agora com suas próprias pernas, que tudo fica lindo de novo, claro que com dificuldades, problemas e responsabilidades. É importante você lutar pelo que acredita e correr atrás dos seus sonhos. A vida não tem graça se for tudo fácil”, declara.

http://unitri2.asoec.com.br/conteudo/cases-de-ex-alunos