Carne processada está associada com desenvolvimento de diabetes

11 02 2012

Estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Washington mostrou que o consumo de carnes processadas (mortadela, salsicha, linguiça, presunto, salame, entre outros) foi associado com maior risco para o desenvolvimento de diabetes tipo 2.

Foi observado que o consumo acima de 11,4g de carne processada por dia, especialmente do tipo spam (spiced ham, no Brasil conhecido como fiambre) foi associada com maior risco para o desenvolvimento de diabetes.

Se compararmos com o consumo elevado (mais de 2 porções/semana) de carne vermelha não há associação com maior incidência de diabetes.

Os pesquisadores sugerem alguns mecanismos biológicos que possam explicar esses resultados. As carnes processadas são ricas em aditivos e conservantes, incluindo o nitrato de sódio, o que pode influenciar o risco de diabetes. As nitrosaminas presentes nesses tipos de alimento possuem efeito tóxico nas células beta do pâncreas. Além disso, as carnes processadas também são ricas em produtos finais da glicação avançada e que está associada a um aumento de inflamação e estresse oxidativo. Estes últimos são fatores de risco para o desenvolvimento de diabetes. Outro aspecto importante é que uma dieta rica em carnes processadas pode causar ganho de peso e obesidade, que também são fatores de risco para o diabetes.

FONTE: NUTRITOTAL

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