Detox pós carnaval

13 02 2013

Detox pós carnaval

Passou o carnaval. Bebeu demais. Comeu tudo errado.
Agora é hora de desintoxicar!!!

– Em primeiro lugar. Vamos consumir a quantidade adequada de água? Para saber quanto você precisa é só calcular 35ml/Kg (ou seja, seu peso vezes 35). E pronto.. Essa é a quantidade de água que você precisa. Não adianta tomar 1 litro quando acorda e esquecer o resto do dia, ok! Divida a quantidade pelo dia todo.

– Sucos são ótimos. Escolha uma fruta, uma folha e uma verdura e pronto seu suco detox será perfeito! Ex.: Limão + Couve + Pepino, Maracujá + Cenoura + Espinafre, Beterraba + Maçã + Hortelã… São infinitas possibilidades.

– Tome água de coco, pelo menos, uma vez por semana.

– Mastigue bem os alimentos. Não precisa contar a quantidade de vezes que você mastiga. Uma dica boa é colocar o alimento na boca e deixar o garfo no prato até terminar de mastigar e engolir. O que não pode é ter alimento na boca, um pouco no garfo e o olho na próxima garfada que irá pegar. Relaxa!!!

– Chás de ervas também ajudam muito a eliminar as toxinas do carnaval. Chá verde, hibisco, chá branco, erva cidreira, hortelã… Após nos chás!!! Quanto menos açúcar melhor.

– Consuma de 3 a 5 frutas por dia. Não vale só laranja e banana. Faça uma lista das que você mais gosta, não é possível que não tenha, pelo menos, 10 frutas. Varie entre essas frutas.

– Troque uma vez por dia o cereal refinado (pão francês, arroz branco, bsicoitos..) pelos integrais.

– Evite alimentos industrializados (extrato de tomate, sucos de caixinha, enlatados, embutidos..).

– Metade do seu prato será de salada, ok! Quanto mais colorida ficar sua salada melhor.

– Use ervas para temperar seus alimentos. Esqueça o caldo de galinha e os temperos prontos…

– Pratique atividade física!!! Sempre com orientação profissional , ok!

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Alimentação saudável no verão

9 01 2013

Alimentação saudável no verão

Veja a entrevista completa no link abaixo:
http://tvparanaiba.portalp10.com.br/player.php?id=13895





Outubro Rosa!!!

5 10 2012

 

 

 

 

Mudanças de hábitos que fazem a diferença.
Opte por uma alimentação mais natural. Essa alimentação desregrada e rica em conservantes, enlatados, agrotóxicos só fazem mal a nossa saúde. Quanto mais natural melhor, mais vitaminas, mais proteção para o seu organismo!!!
Pense nisso!!! É simples e saboroso!!!





15 dicas para uma caminhada bem sucedida até Romaria.

23 07 2012

Atenção romeiros! Cuidar da alimentação antes, durante e após a caminhada é muito importante para evitar imprevistos. Os bombeiros alertam que são muitos os casos de pessoas que passam mal, desmaios e outros problemas que podem atrapalhar seu percurso. A principal causa destes é a má alimentação e a falta de hidratação.

Pensando nisso preparei algumas dicas para que você chegue a seu destino sem problemas.

1. Evite alimentos ricos em gorduras antes de partir. Eles podem causar desconforto gastrintestinal. Uma diarreia durante a caminhada não seria interessante, não é mesmo!

2. Evite alimentos diferentes nos dias anteriores a caminhada. Eles podem causar desconforto gástrico, alergias e outros. Coma somente o que é de costume, deixe para experimentar os novos depois que voltar pra casa.

3. Alimente-se bem nos dias anteriores para garantir que você tenha muita energia.

4. Durante a romaria coma de 3 em 3 horas alimentos ricos em carboidrato (pães, bolachas, bolos,  biscoitos…). O carboidrato é uma ótima fonte de energia.

5. Durante a caminhada ingira leve com você algumas frutas. Elas contém fibras para te deixar saciado por mais tempo, além de ter vitaminas, minerais e  bastante líquido, para te manter hidratado.

6. Aproveite os stands de voluntários para descansar, se hidratar e se alimentar. Mas tenha cuidado, preste atenção na higiene do local antes de ingerir qualquer coisa.

7. Beba bastante líquido, leve uma garrafinha de água com você. Se preferir pode beber também isotônico ou água de coco, mas não deixe de beber água, eles são um complemento e não a única opção.

8. É interessante carregar com você barrinhas de cereal e balas, caso haja algum imprevisto. Para os esportistas uma boa opção são os carboidratos em gel ou barras de proteína (é importante consultar um nutricionista para saber a quantidade e os horários, ok!)

9. Quando chegar a seu destino separe um tempo para fazer uma refeição tranquila com bastante nutrientes.

10. Não se esqueça de se preparar fisicamente.

11. Use uma roupa adequada para o clima do dia e um sapato adequado e confortável.

12. Abuse do protetor solar, mesmo se estiver nublado.

13. Preste atenção na sua postura durante a caminhada. Andar de cabeça baixa o tempo todo pode trazer dores no pescoço.

14. Evite mochilas muito pesadas. Poupe sua coluna.

15. Não vá sozinho, ande em grupos. Se acontecer algum imprevisto terão mais pessoas para te socorrer.

E por fim, vá com fé, cumpra seus objetivos e seja feliz!!!

Siga as dicas e terá uma caminha muito bem sucedida.





DIA DAS CRIANÇAS: Nutra seu baixinho!!!

12 10 2011

A infância é um dos períodos de maior crescimento e desenvolvimento da pessoa. Na fase pré-escolar esse crescimento declina e junto com ele o apetite, assim as crianças comem menos e para não deixar os filhos com fome os pais (avós, tios, irmão..enfim, os responsáveis por eles) oferecem alimentos que “agradam” mais o paladar da criança, que são os doces, chocolates, salgadinhos, balas, biscoitos, sanduíches. Essa atitude, muitas vezes de desespero por não ver o filho comer, é bastante prejudicial a saúde dele já que esses alimentos oferecem uma carga calórica, de açúcar, gordura e caloria muito alta e de vitaminas e minerais muito baixa, então as crianças começam a ganhar peso.

Na fase escolar (7 a 10 anos) há maior reserva energética para que possa ocorrer o estirão pubertário, nessa fase eles comem mais e como já se acostumaram a ingerir os alimentos supérfluos, na maioria das vezes, não aceitam os mais saudáveis (arroz, feijão, carne, saladas, frutas) o que fará com que o ganho de peso seja ainda maior. Esse excesso de peso não é gasto durante a puberdade e a criança obesa (que antes era “bonitinha”) virou um adolescente obeso com complexos, baixa auto-estima, problemas de saúde e psicológicos.

Na minha opinião, a alimentação nessas fases (pré-escolar e escolar) é a mais importante e é nesse período que os hábitos são estabelecidos e consequentemente o estado de saúde do indivíduo na vida adulta. Para que as crianças “comam bem” é imprescindível que os pais também tenham hábitos saudáveis, afinal eles são o (primeiro) exemplo que o filho seguirá. A escola é a outra responsável pela educação nutricional da criança, se a escola oferece (tanto na cantina, como na lanchonete) alimentos sem valor nutritivo, a criança vai comer, mas se a escola oferece uma alimentação balanceada, ou vende na lanchonete sanduíches menos calóricos, com mais nutrientes, sucos naturais ou picolés de frutas as crianças vão optar e se acostumar com estes alimentos, e assim prevenirão a maioria das doenças.

 

Orientações básicas:

– É necessário estabelecer uma rotina de horários para a alimentação por meio de horários (3 em 3 horas ou 2 em duas horas).

– Evitar o consumo de líquidos durante as refeições. Eles podem ser oferecidos após as refeições, de preferência sucos de frutas, água mineral ou água de coco.

– É recomendado que a criança descanse de 10  a 15 minutos antes das refeições pois se estiver cansada ou superestimulada com brincadeiras podem não aceitar a refeição.

– Deve-se evitar comportamentos como o oferecimento de recompensa, chantagens e brincadeiras para fazer a criança comer, pois reforça a idéia de que o alimento é ruim e é preciso oferecer algo de bom para que possa suportar.

– Evitar também punições e castigos, pois ao forçar a comer pode-se gerar aversão aos alimentos e assim, desenvolver anorexia verdadeira.

– Oferecer alimentos com textura e sabor apropriados para a idade da criança, respeitando-se as preferências individuais tanto quanto possível. Se a criança recusar sistematicamente um determinado alimento substitua-o por outro que seja do mesmo grupo de alimentos.

– Incentivar a criança a explorar o alimento, sentindo cheiro, textura com as mãos, e depois experimentar para sentir o sabor. A criança só passa a aceitar o alimento depois de conhecer o seu sabor e isso só ocorre quando, em média, experimenta oito a nove vezes o mesmo alimento.

– O apetite está relacionado a fatores como aspecto, cores dos alimentos e diversificação do cardápio. Isso não significa que para a criança aceitar os alimentos, os pratos devem estar sempre enfeitados, mas sim, ser composto com alimentos de várias cores e ter aspecto saboroso para estimular o apetite.

– Guloseimas como doces, balas e salgadinhos não devem ser proibidos porque estimularão ainda mais a curiosidade da criança, mas podem ser consumidos em horários adequados e em quantidades suficientes para não atrapalharem o apetite na próxima refeição e nem substituí-la.

– Nas refeições a criança deve estar acomodada a mesa como os outros membros da família, sem fatores que a distraiam, como televisão e brincadeiras. A aceitação por novos alimentos se dá por condicionamento social, portanto, é bom que a criança observe outras pessoas, para imitá-las.

-O ambiente a hora da refeição deve ser calmo e tranqüilo, pois facilita a confiança e o prazer da criança em se alimentar.

– A disciplina à mesa deverá ser exigida apenas no que é próprio para a idade da criança, pois se for rígida demais, a alimentação poderá ser evitada, por se relacionar a conflitos e frustrações.

– Para o escolar o horário das refeições deve-se ajustar as atividades familiares e escolares, porém é importante estabelecer e seguir uma rotina.

– Não forçá-lo a comer alimentos que não queira, mas estimulá-lo a experimentar novos sabores.

– Caso p escolar mostre-se inapetente nas principais refeições, verificar os alimentos que está consumindo entre as refeições.

– Atenção ao consumo de fast food que geralmente tendem a ser muito calóricos, ricos em gorduras, açúcares e sódio, porém com baixo valor nutritivo, especialmente pobre em cálcio, fibras e vitaminas A e C. Se esses alimentos são incluídos esporadicamente na alimentação, como parte da socialização do escolar, não acarreta riscos a saúde.

 

Sega essas dicas simples e procure um nutricionista para te orientar individualmente, ok!

 AH! Confira dicas muito legais de outras nutricionistas na minha fun page do facebook. Lá tem um monte de links de receitas e orientações especiais para você e seu filhote!

 

Feliz dia das crianças pros baixinhos e altinhos…





Aprecie com moderação

15 08 2011

Pra comemorar, pra desabafar, se estiver muito feliz, muito triste, com amigos, sozinho, rico, pobre, homem, mulher não faz diferença. O fato é que a POF (Pesquisa de Orçamento Familiar) constatou que o consumo de álcool está muito alto.

E eu me pergunto, com tanta informação nesse mundo da globalização porque as pessoas insistem em consumir exageradamente bebidas alcoólicas? Já que é para “apreciar com moderação” e não poder dirigir depois de ingerir, então elas não devem fazer tão bem assim.

Vamos começar então com os efeitos do álcool no organismo.

O álcool afeta o corpo todo.

Geralmente a pessoa fica com a fala arrastada, falta de coordenação motora, aumento da autoconfiança e euforia, mas algumas ficam deprimidas e contidas. Doses elevadas de álcool podem fazer com que o humor fique instável com euforia e melancolia, agressão e submissão. Há ainda perda dos sentidos e do desempenho intelectual e motor, além disso, aumenta a sensação de calor.

O consumo de álcool também gera diurese autolimitada, vasodilatação cutânea (vermelhidão), retardo no trabalho de parto, prejuízos no desenvolvimento fetal, degeneração neurológica, como a demência e neuropatias periféricas, hepatopatia que progride para a cirrose e a insuficiência hepática, tolerância, dependência física e psicológica (vício).

Segundo a Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo e Médicos, os efeitos do álcool (Etanol) sobre um indivíduo com 70 kg de peso, podem ser descritos como se segue:

Efeitos do álcool

DOSE (g/l) EQUIVALENTE EFEITOS
0,2 a 0,3 1 copo de cerveja, 1 cálice pequeno de vinho, 1 dose de uísque ou de outra bebida destilada AS funções mentais começam a ficar comprometidas. A percepção da distância e da velocidade é prejudicada.
0,31 a 0,5 2 copos de cerveja, 1 cálice grande de vinho, 2 doses de bebida destilada O grau de vigilância diminui, assim como o campo visual. O controle cerebral relaxa, dando a sensação de calma e satisfação.
0,51 a 0,8 3 ou 4 copos de cerveja, 3 copos de vinho, 3 doses de uísque Reflexos retardados, dificuldade de adaptação da visão a diferenças de luminosidade, superestimação das possibilidades e minimização de riscos e a tendência a agressividade.
0,81 a 1,5 Grandes quantidades de bebida alcoólica Dificuldades de controlar automóveis, incapacidade de concentração e falhas de coordenação neuromuscular.
1,51 a 2 Grandes quantidades de bebida alcoólica Embriaguez, torpor alcoólico, dupla visão.
2,1 a 5 Grandes quantidades de bebida alcoólica Embriaguez profunda.
>5 Grandes quantidades de bebida alcoólica Coma alcoólico.

Esses sintomas não são somente simples sintomas, para que haja essa desordem no organismo o corpo sofre muito. Veja abaixo a figura que encontrei em um site de busca.

E no dia seguinte? Ai vem a ressaca, um conjunto de sintomas desagradáveis que são, principalmente, dor de cabeça, náuseas e vômito, sede, sensibilidade a luz e ao som, falta de apetite, sonolência, tontura, tremor e fadiga.

Após ler isso tudo você vai parar de beber?

Não? Foi o que eu pensei, então separei algumas dicas para minimizar os danos da bebida e os sintomas da ressaca.

– Hidratação, essa é a principal e mais importante. A ingestão de álcool causa desidratação. É importante beber água antes, durante e depois da “bebedeira”. Além de te hidratar a água vai ajudar a eliminar os produtos tóxicos do álcool.

– Suco de acerola, limão e laranja são ótimas fontes de vitamina C, um antioxidante perfeito para proteger ser corpo.

– Ingerir isotônicos e água de coco é excelente para repor os minerais perdidos.

– O café amargo não é uma boa pedida, já que a cafeína também é diurética fazendo com que haja mais perde de líquidos.

– Prefira também os alimentos mais leves e de fácil digestão (pobres em gordura, rica em frutas, vegetais e líquidos), pois estômago já foi bastante danificado pelo álcool.

– Deixe de lado os molhos brancos, queijos amarelos e frituras.

Mas lembre-se que o ideal é, realmente, moderar no consumo. Tudo que é exagerado faz mal.

FONTE: 

UFRJ

Os efeitos do álcool na condução

Dr. Valdir Ribeiro

LEIA TAMBÉM:´

Álcool e calorias

Cirrose





Hepatite, silenciosa, mas perigosa.

2 08 2011

A hepatite é a inflamação do fígado que pode ser causada por vírus, uso de alguns remédios, álcool e outras drogas, além de doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. Geralmente não tem sintomas, mas quando eles aparecem podem ser cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjôo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

O fígado é responsável pela síntese e metabolização de proteínas, carboidratos e gorduras, desintoxica detritos metabólicos normais, medicamentos e produtos químicos ingeridos. A maioria das proteínas plasmáticas são sintetizadas no fígado, além disso é o principal sítio de gliconeogênese e regulador homeostase da glicose.

HEPATITE A:

Também conhecida como hepatite infecciosa, hepatite epidêmica ou hepatite de período de incubação curto é causada pelo vírus A (HAV). Os sintomas podem aparecer de 15 a 50 dias após a contaminação (média de 30 dias).

A principal forma de contágio é a fecal-oral, por contato entre humanos ou água e alimentos contaminados. A transmissão poderá ocorrer 15 dias antes dos sintomas e até sete dias após o início da icterícia. A transmissão também pode ocorrer por relação sexual oral-anal (angilingus) por meio do contado da mucosa da boca de uma pessoa com o ânus de outra portadora da infecção aguda da doença.

Ela pode ser prevenida pela vacinação específica contra o vírus A, mas a melhor estratégia é a prevenção com melhoria das condições de vida, com adequação do saneamento básico e das medidas educacionais de higiene.

Não existem casos de hepatite crônica pelo HAV e o prognóstico é excelente com possibilidade de recuperação completa.

 

HEPATITE B:

Viral e contagiosa é causada pelo vírus da hepatite B (HBV), anteriormente conhecida como soro-homóloga. 90 a 95% dos adultos se curas e 5 a 10% permanecem com o vírus por mais de seis meses, evoluindo para a forma crônica da doença. 90% das pessoas que nascem com a doença evoluem para a forma crônica e podem, no futuro apresentar cirrose e/ou carcinoma hepatocelular. Os sintomas aparecem de 30 a 180 dias após a contaminação (média de 70 dias).

A hepatite aguda tem três fases:

– Prodônica ou pré-icterícia: com aparecimento de febre, astenia, dores musculares ou articulares e sintomas digestivos, tais como: anorexia, náuseas e vômito, perversão do paladar, às vezes cefaléia, repulsa ao cigarro. A evolução é de mais ou menos quatro semanas. Eventualmente essa fase pode não acontecer, surgindo a icterícia como primeiro sinal.

– Icterícia: abrandamento dos sintomas digestivos e do surgimento da icterícia que pode ser da intensidade variável, sendo, às vezes, precedida de colúria. A hipocolia pode surgir por prazos curtos, sete a dez dias, e às vezes se acompanha de prurido.

– Convalescença: desaparece a icterícia e retorna a sensação de bem-estar. A recuperação completa ocorre após algumas semanas, mas a astenia pode persistir por vários meses. 90 a 95% dos pacientes adultos acometidos podem evoluir para a cura.

A hepatite B crônica acontece quando a hepatite aguda persiste por mais de 6 meses. Os sintomas são, principalmente, fadiga, mal-estar e sintomas digestivos. Em alguns casos após anos de evolução pode aparecer cirrose, com icterícia, edema, ascite, varizes de esôfago e alterações hematológicas, pode evoluir também para hepatocarcinoma sem passar pelo estágio da cirrose.

Ela é transmitida por relação sexual sem proteção, procedimentos sem esterilização ou utilização de material descartável (intervenções odontológicas e cirúrgicas, hemodiálise, tatuagens, perfurações de orelha, colocação de piercings), compartilhamento de seringas, agulhas e outros equipamentos durante o uso de drogas), transfusão de sangue e derivados contaminados, transfusão vertical (mãe/filho), aleitamento materno, acidentes perfurocortantes.

A prevenção é feita com controle de bancos de sangue com triagem da doença, vacinação contra hepatite B, uso de equipamentos de proteção individual pelos profissionais da saúde e não compartilhamento de alicates de unha, lâminas de barbear, escova de dente, equipamentos para uso de drogas.

 

HEPATITE C:

Era responsável por 90% dos casos de e assim como a hepatite B é viral e contagiosa. É causada pelo vírus da hepatite C (HCV). Em média 80% das pessoas que se infectam não conseguem eliminar o vírus, evoluindo para as formas crônicas, os outros 20% conseguem eliminá-lo dentro de um período de 6 meses do início da infecção.

Os sintomas podem aparecer de 15 a 150 dias após a contaminação. A fase aguda é rara, mas quando aparece segue quadro semelhante ao das outras hepatites.

Na fase crônica os sintomas são, normalmente, fadiga, edema, ascite, varizes de esôfago, alterações hematológicas e hepatocarcinoma.

Os principais meios de contaminação são: transfusão de sangue e uso de drogas injetáveis, hemodiálise, acupuntura, piercings, tatuagem, drogas, manicures, barbearia, instrumentos cirúrgicos contaminados, relação sexual sem proteção, transmissão vertical e aleitamento materno, acidente ocupacional e transplante de órgãos e tecidos.

A prevenção é, assim como as outras, feita através de controle e higiene de materiais utilizados.

 

HEPATITE DELTA:

Infecciosa, viral, contagiosa causada pelo vírus da hepatite delta (HDV). Os sintomas aparecem de 30 a 50 dias após a contaminação.

Pode acontecer com co-infecção do vírus D como vírus B em indivíduos normais quando a pessoa adquire simultaneamente os vírus B e D. Tem as mesmas características da hepatite aguda B clássica e geralmente tem prognóstico benigno a evolução crônica é rara. Ou com superinfecção pelo vírus D em portadores (sintomáticos ou assintomáticos) pelo vírus B quando o indivíduo é infectado somente pelo vírus B, que evolui para a cronicidade, é contaminado pelo vírus D. P prognóstico é mais grave , podendo haver dano hepático severo, ocasionando formas fulminantes de hepatite ou evolução rápida e progressiva para a cirrose.

A transmissão e a prevenção são as mesmas das outras hepatites.

 

HEPATITE E:

Doença, infecciosa viral, contagiosa causada pelo vírus E (HEV). Os sintomas aparecem de 15 a 60 dias (média de 40) após a infecção.

A via de transmissão fecal-oral favorece a disseminação da infecção nos países em desenvolvimento, onde a contaminação dos reservatórios de água mantém a cadeia de transmissão da doença. A transmissão interpessoal não é comum. Em alguns casos os fatores de risco não são identificados.

A melhor forma de prevenção é, assim como na A, a melhoria das condições de saneamento básico e medidas educacionais de higiene.

A maioria dos casos evolui para a cura, sendo necessária a hospitalização dos casos mais graves, os quais são mais requentes entre gestantes. Não existe forma crônica.

O repouso é considerado medida imposta pela própria condição do paciente.

 

ALIMENTAÇÃO:

 

A alimentação é parecida em todos os casos devendo seguir a aceitação do paciente, visto que apresenta anorexia e intolerância alimentar e é imprescindível a abstinência ao álcool.

 

 

FONTE:

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/hepatites_abcde.pdf

Leia também:

Cirrose

http://hepatitesvirais.com.br/

http://www.doencasdofigado.com.br/nutri%C3%A7%C3%A3o%20na%20doen%C3%A7a%20do%20figado.pdf

http://hepatite.org.br/